
quinta-feira, 17 de setembro de 2009
Leão Sampaio Combatendo o H1N1 na Romaria

domingo, 13 de setembro de 2009
choque anafilático


Fonte: http://www.rafe.com.br/sql_vamosprevenir/index.asp?setor=3&idc=16
sábado, 12 de setembro de 2009
Vemos aqui alguns exemplos de pigmentos: em A e B, visualizamos pigmentos exógenos e em C e D, endógenos.
O acúmulo anormal de pigmentos ou a sua diminuição também são indicativos de que a célula sofreu agressões. Uma pigmentação anormal é mais um sinal de perda da homeostase e da morfostase celular, portanto, é patológica.A pigmentação patológica pode ser exógena, cujos pigmentos são de origem externa ao organismo, ou endógena, formada a partir de pigmentos naturais do corpo.
Tipos de degeneração e infiltração: em A, vemos uma alteração hídrica; em B, alteração lipídica; em C, uma infiltração de natureza protéica e em D, uma degeneração protéica.
“A INFILTRAÇÃO também é um processo regressivo reversível, cujas alterações morfológicas e funcionais estão localizadas no interstício”.
| | A característica básica desse grupo de lesões é o seu caráter de reversibilidade, ou seja, de recuperação da homeostase e da morfostase. Pertencem ao grupo das degenerações as alterações hídricas, lipídicas e protéicas, estas últimas também compondo o grupo das infiltrações, levando a alterações hialinas. Para cada tipo de alteração regressiva reversível serão descritos os principais processos patológicos envolvidos, salientando principalmente a sua etiopatogenia. |
sábado, 5 de setembro de 2009
Pigmentação da pele

A quantidade dos pigmentos principais a fenomelanina, vermelha e a eumelanina, marrom-negra na epiderme,
A quantidade de capilares na derme e a cor do sangue nesses capilares e de como os glânulos de pigmentos estão distribuídos.
A pigmentação da pele é regulada por fatores genéticos, ambientais e endócrinos que modulam a quantidade o tipo e a distribuição de melanina na pele, pêlos e olhos.
A melanina é um pigmento de cor marrom escura, produzida pelos melanócitos, que se encontram na junção da derme com a espiderme ou entre os queratinócitos da camada basal da epiderme. Os melanócitos são células que se originam das cristas neurais do enbrião e invadem a pele entre a 12ª e a 14ª semanas de vida intrauterina. Cada melanócitos tem dendritos digitiformes que contatam 30-40 células circunjacentes ( que rotinocitos basais). A melenina é sintetizada nos melanócitos com a participação da enzima tirosinase.
Uma vez formada, os grânulos de melanina migram pelos prolongamentos dos melanócitos e são injetados, por mecanismos poucos conhecidos, no citoplasma dos queretinócitos que funcionam como depósitos de melanina e contêm maior quantidade desse pigmentos do que os melanósitos. Os grânulos de melaninas se fundem com os lisossomas dos queratinócitos e por isso as células mais superficiais da epiderme não têm melanina. Os grânulos de melanina nas células epiteliais localizam-se oferecendo proteção máxima ao DNA contra os efeitos prejudiciais da radiação solar. A pele escura tem melanócitos maiores com mais melanossomas, que se degradam para dar uma pigmentação uniforme através das células a pele más clara tem melanócitos menores e melanossomas agrupados. A exposição aos raios UV (ultravioleta ) estimula os melanócitos tornando a pele mais escura ou bronzeada.
A degeneração e o desaparecimento de melanócitos em certos áreas da pele, o vitiligo. Tem base auto-imune, na qual o corpo gera anticorpos que atacam as células que fabricam o pigmento da pele, os melanócitos. Ele ocorre em manchas, freqüentemente simétricos, sobre o corpo: em cerca de um terço dos casos, a pigmentação retorna espontaneamente.
Manchas despigmentadas de pele se desenvolvem ao longo de meses ou anos, especialmente no rosto e nas mãos, e geralmente antes dos 20 anos de idade. As áreas são mais distintas em pessoas de pele escura. Elas não oferecem riscos médicos. 




