quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Leão Sampaio Combatendo o H1N1 na Romaria


Foi realizada no dia 15 de setembro, na cidade de Juazeiro do Norte, por alunos e professores dos cursos de Biomedicina e Enfermagem da Faculdade Leão Sampaio, uma mobilização com entrega de panfletos, com intuito de conscientizar e prevenir a população com respeito a Influenza A H1N1. A data de escolha deveu-se a ocasião da Romaria de Nossa Senhora das Dores e por conta do alto fluxo de pessoas em Juazeiro do Norte neste periodo. Além da mobilização os alunos prestaram também atendimentos como aferição da pressão arterial. Como resultado, obteve-se uma rica apredizagem sobre o tema trabalhado, como também grande interação com as pessoas além de momentos de pura descontração.

domingo, 13 de setembro de 2009

choque anafilático



O Que é a Reação Anafilática?
A Reação Anafilática ou Anafilaxia é uma reação aguda, grave e comprometendo todo o organismo, súbita, que se caracteriza por coceira e erupção generalizada de urticárias, vermelhidão da pele, dificuldade e ruídos para respirar e queda da pressão arterial, com aparecimento eventual de convulsões, vômitos, diarréia, cólicas abdominais. Trata-se de manifestação grave da Alergia, necessitando atendimento médico de urgência, podendo apresentar risco de vida. Nos casos de Anafilaxia, o tecido imunológico libera uma grande quantidade de histamina, fazendo com que, os vasos sangüíneos dilatem-se e permitam que escape o conteúdo intravascular para os espaços entre as células, produzindo inchaço. A Reação Anafilática implica na atuação de um anticorpo produzido pelo organismo denominado imunoglobulina do tipo E, que pela sua presença em todo organismo, leva à participação de vários órgãos na reação. Geralmente a pele é o tecido mais precocemente afetado, o que pode ser um sinal de alerta para a ocorrência da reação. Na seqüência, o paciente pode então apresentar as outras manifestações, como a queda de pressão, tonturas e eventualmente convulsões e perda de consciência. A Anafilaxia pode provocar concomitante o edema de glote, quando o paciente apresentará intenso desconforto respiratório, agitação, com a voz rouca. Ocasionalmente os sintomas assemelham-se a uma crise asmática.As causas da Reação Anafilática são diversas incluindo alimentos como nozes, alguns tipos de frutas (figo, kiwi, maçã, banana, abacate, etc), tomates, batatas, peixes, camarão ou a temperos. Os medicamentos muitas vezes estão envolvidos na causa das Reações Anafiláticas, e dentre eles encontram-se em especial a penicilina, aspirina, drogas anestésicas , contrastes radiológicos, medicamentos para pressão arterial (beta bloqueadores, inibidores da ECA). Materiais médicos que contenham látex, como luvas de borracha, catéteres, e outros produtos médicos, podem provocar reações em profissionais da saúde. Picadas de insetos como alguns tipos de mosquitos, formigas, abelhas e vespas também podem ser desencadeadores da Reação Anafilática. As pessoas que apresentam reações locais após picadas de insetos, dificilmente apresentarão episódios de Reação Anafilática em futuras picadas pelo mesmo tipo de inseto. Ocasionalmente algumas pessoas apresentam este tipo de reação, porém sem que se identifique qual foi o fator desencadeante.

Como se Identifica, Previne e Trata a Anafilaxia?
O reconhecimento da Anafilaxia é através das manifestações clínicas anteriormente descritas, quando se faz necessário à identificação dos possíveis alergenos que estão associados ao seu dia a dia, seja em em ambiente doméstico, no trabalho, hábitos e costumes, manuseio de produtos químicos, uso de medicamentos, etc.A medida fundamental de prevenção da ocorrência de Anafilaxia, é bloquear o contato com os alergenos que podem desencadear a reação, sejam alimentos, produtos químicos ou insetos. Esta medida pode reduzir em muito a possibilidade de ocorrência de novas reações. Em muitos casos, a imunoterapia pode propiciar bons resultados na prevenção.Os indivíduos que já tiveram Reações Anafiláticas graves, podem receber orientação médica para que carreguem sempre consigo uma ampola de Adrenalina, para eventual uso de emergência. Podem ainda, ser utilizados medicamentos como os corticosteróides e os antihistamínicos, em casos agudos e tratamento prolongado. Alguns pacientes obtém bons resultados com tratamento homeopático.

Como se Faz o Tratamento da Alergia?
Após a descoberta de qual é a causa, torna-se fácil tratar a alergia, bastando afastar o alergeno da alimentação. A sua retirada da dieta não basta, devendo também ser eliminados todos os seus derivados e os alimentos compostos que possam incluí-lo no preparo, nem que seja em quantidade muito pequena. Assim o indivíduo que apresente uma alergia ao queijo, não deverá comer nenhum alimento que tenha queijo, como um simples pão de queijo.Quando a alergia provoca reações muito severas, como o choque anafilático, o paciente não deverá nunca mais voltar a ingerir tal alimento, sob pena de enfrentar uma situação clínica que pode levar até a risco de vida. Nestas situações, depois de algum tempo sem consumir o alergeno, pode-se iniciar um tratamento de dessensibilização do organismo, aonde o alimento poderá ser reintroduzido gradualmente na dieta, até que possa ser reintegrado por completo.
Fonte:
http://www.rafe.com.br/sql_vamosprevenir/index.asp?setor=3&idc=16

sábado, 12 de setembro de 2009

Vemos aqui alguns exemplos de pigmentos: em A e B, visualizamos pigmentos exógenos e em C e D, endógenos.

O acúmulo anormal de pigmentos ou a sua diminuição também são indicativos de que a célula sofreu agressões. Uma pigmentação anormal é mais um sinal de perda da homeostase e da morfostase celular, portanto, é patológica.
A pigmentação patológica pode ser exógena, cujos pigmentos são de origem externa ao organismo, ou endógena, formada a partir de pigmentos naturais do corpo.

O acúmulo anormal de pigmentos ou a sua diminuição também são indicativos de que a célula sofreu agressões. Uma pigmentação anormal é mais um sinal de perda da homeostase e da morfostase celular, portanto, é patológica.

O espectro de cores das pigmentações patológicas geralmente abrange os tons retratados nesta figura, principalmente com relação aos pigmentos endógenos

Tipos de degeneração e infiltração: em A, vemos uma alteração hídrica; em B, alteração lipídica; em C, uma infiltração de natureza protéica e em D, uma degeneração protéica.

“A DEGENERAÇÃO é um processo regressivo reversível, resultante de lesões não-letais, em que são manifestadas alterações morfológicas e funcionais da célula”.
“A INFILTRAÇÃO também é um processo regressivo reversível, cujas alterações morfológicas e funcionais estão localizadas no interstício”.

A característica básica desse grupo de lesões é o seu caráter de reversibilidade, ou seja, de recuperação da homeostase e da morfostase. Pertencem ao grupo das degenerações as alterações hídricas, lipídicas e protéicas, estas últimas também compondo o grupo das infiltrações, levando a alterações hialinas.

Para cada tipo de alteração regressiva reversível serão descritos os principais processos patológicos envolvidos, salientando principalmente a sua etiopatogenia.


sábado, 5 de setembro de 2009

Pigmentação da pele



A cor da pele resulta de vários fatores: o conteúdo em melanina e caroteno,
A quantidade dos pigmentos principais a fenomelanina, vermelha e a eumelanina, marrom-negra na epiderme,
A quantidade de capilares na derme e a cor do sangue nesses capilares e de como os glânulos de pigmentos estão distribuídos.
A pigmentação da pele é regulada por fatores genéticos, ambientais e endócrinos que modulam a quantidade o tipo e a distribuição de melanina na pele, pêlos e olhos.
A melanina é um pigmento de cor marrom escura, produzida pelos melanócitos, que se encontram na junção da derme com a espiderme ou entre os queratinócitos da camada basal da epiderme. Os melanócitos são células que se originam das cristas neurais do enbrião e invadem a pele entre a 12ª e a 14ª semanas de vida intrauterina. Cada melanócitos tem dendritos digitiformes que contatam 30-40 células circunjacentes ( que rotinocitos basais). A melenina é sintetizada nos melanócitos com a participação da enzima tirosinase.
Uma vez formada, os grânulos de melanina migram pelos prolongamentos dos melanócitos e são injetados, por mecanismos poucos conhecidos, no citoplasma dos queretinócitos que funcionam como depósitos de melanina e contêm maior quantidade desse pigmentos do que os melanósitos. Os grânulos de melaninas se fundem com os lisossomas dos queratinócitos e por isso as células mais superficiais da epiderme não têm melanina. Os grânulos de melanina nas células epiteliais localizam-se oferecendo proteção máxima ao DNA contra os efeitos prejudiciais da radiação solar. A pele escura tem melanócitos maiores com mais melanossomas, que se degradam para dar uma pigmentação uniforme através das células a pele más clara tem melanócitos menores e melanossomas agrupados. A exposição aos raios UV (ultravioleta ) estimula os melanócitos tornando a pele mais escura ou bronzeada.
A degeneração e o desaparecimento de melanócitos em certos áreas da pele, o vitiligo. Tem base auto-imune, na qual o corpo gera anticorpos que atacam as células que fabricam o pigmento da pele, os melanócitos. Ele ocorre em manchas, freqüentemente simétricos, sobre o corpo: em cerca de um terço dos casos, a pigmentação retorna espontaneamente.
Manchas despigmentadas de pele se desenvolvem ao longo de meses ou anos, especialmente no rosto e nas mãos, e geralmente antes dos 20 anos de idade. As áreas são mais distintas em pessoas de pele escura. Elas não oferecem riscos médicos.